Brasil
Este rebocador brasileiro, que teria se chamado Cobra, trabalhava na construção do emissário submarino da EMBASA quando uma forte tempestade o levou ao fundo, junto com uma chata e uma lancha. Tinha casco de aço e motor a diesel, e afundou sem carga. A lancha foi resgatada, mas a chata continua naufragada a poucos metros da costa. Não se achou notícia do acidente nos jornais da época, e a data do naufrágio não é certa: as versões vão de 1970 a 1974.
As peças internas e o motor foram retirados por mergulhadores, e a casaria ficou muito destruída, mas pode ser atravessada de um bordo ao outro com facilidade. Na proa ainda ficam um guincho e o cunho de amarração. A boreste há três grandes pneus, que provavelmente serviam de amortecedor nos trabalhos do rebocador. Frades, ciliaris, tricolores e budiões circulam pelos destroços entre cardumes de palombetas e olhos-de-cão.
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