Brasil
O nome Picãozinho vem dos "picos" de corais que ficam visíveis na maré baixa. O recife principal mede cerca de 475 m por 202 m, somando 95.950 m², e fica a 1.500 m da praia; presume-se que seja de arenito, formado pela consolidação de antigas praias. Historicamente, o recife foi local de pesca artesanal. Desde meados da década de 1980 ele recebe turistas, e por anos a visitação aconteceu sem supervisão, com alimentação dos peixes, pisoteio e ancoragem de barcos. Nas áreas de visitação intensa, foi registrada diminuição da diversidade e da distribuição dos corais.
Nos mergulhos é possível ver diversas espécies de peixes recifais, corais, algas, moluscos e outros invertebrados. Entre os peixes mais frequentes já registrados no recife estão o sargentinho, Stegastes fuscus, budiões (Sparisoma), Haemulon parra, Halichoeres brasiliensis e o cirurgião-azul (Acanthurus coeruleus). Um mapeamento de 2015/2016 registrou colônias dos corais Agaricia agaricites e Favia gravida nas bordas norte e leste do recife, além do coral-de-fogo Millepora alcicornis.
A água costuma ser mais clara na estação seca, mas é possível mergulhar durante a maior parte do ano. As melhores condições costumam ocorrer quando a maré baixa acontece de manhã, especialmente perto da lua cheia e da lua nova.
As informações desta página, inclusive dados técnicos como profundidade, corrente, visibilidade, acesso e nível recomendado, são informativas e podem variar. Confirme as condições reais com uma operadora local antes do mergulho.
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