Brasil
A Pedrinha aparece no primeiro mapeamento 3D do fundo do parque entre os locais usados como pontos de mergulho. Os recifes do parque eram antigos pesqueiros, e as formações rochosas da área são chamadas pelos pescadores de "riscas" ou "cabeços"; como o parque fica na porção central delas, recebeu o nome de Pedra da Risca do Meio. Os recifes submersos entre Fortaleza e Icapuí seriam antigos canais ou vales de rios, transformados pela regressão marinha de cerca de 18 mil anos atrás, no Pleistoceno Superior. Os recifes do parque ficam longe da costa, fora da influência do escoamento de nutrientes e da sedimentação estuarina, e a turbidez vem sobretudo da ressuspensão do sedimento pelas ondas.
No parque já foram registradas 131 espécies de peixes, seis delas endêmicas do Brasil e 13 presentes em listas de espécies ameaçadas. No parque e na costa do Ceará há espécies ameaçadas ou emblemáticas, como mero, peixe-anjo-rainha, tubarão-lixa e lagostas. A presença do peixe-leão invasor (Pterois volitans) na área do parque foi confirmada em 2023.
Em Fortaleza, os meses mais propícios ao mergulho costumam ser de janeiro a junho, período com poucos ventos. Na costa de Fortaleza, ventos fortes e ondulação tendem a deixar a água turva no segundo semestre, de agosto a dezembro.
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