Brasil
A extração de basalto no local começou na década de 1930. Com o crescimento da cidade, as detonações passaram a ameaçar casas e moradores, e em 2007, por ação do Ministério Público, o poder público obrigou o fim da mineração. Com o fim do bombeamento, a água subiu e formou o lago.
Os primeiros mergulhos de exploração foram feitos em 2012, e a operação voltou ao local em 2016. O nome vem dos biguás, aves mergulhadoras que os primeiros mergulhadores encontraram vivendo ali e que ainda vivem no local.
O lago tem três platôs, que eram antigas estradas da mineração, e em um deles há itens cabeados preparados para os mergulhadores. Debaixo d'água estão as casamatas da antiga pedreira e veículos abandonados submersos. No lago há cardumes de tilápia. O fundo é de partículas muito finas, e um toque de nadadeira levanta sedimento que pode demorar a assentar.
As informações desta página, inclusive dados técnicos como profundidade, corrente, visibilidade, acesso e nível recomendado, são informativas e podem variar. Confirme as condições reais com uma operadora local antes do mergulho.
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