Brasil
No Rio Grande do Norte, recifes como estes são chamados de parrachos, e seus topos ficam parcialmente expostos na maré baixa. Há quem diga que os de Rio do Fogo não são parrachos verdadeiros, e sim arrecifes; eles ficam mais perto da costa que os de Maracajaú. Um farol junto aos parrachos sinaliza os recifes e afasta embarcações grandes, e é um dos símbolos do lugar. Na região há relatos de peixe-boi, sobretudo nos períodos de água turva.
Ao longo dos séculos, naufrágios eram frequentes nos recifes de corais de Maracajaú e Rio do Fogo. Um deles foi o do brigue inglês Orion, de 198 toneladas, que, carregado de café, bateu e afundou nos recifes de coral diante da praia de Rio do Fogo. Os irmãos Lourenço Ferreira (Mestre Julião, Miguelão e João), nascidos em Rio do Fogo entre 1852 e 1864, aprenderam a mergulhar em barcos naufragados nos parrachos para salvar materiais.
No centro do parracho, corais pétreos recobrem as paredes verticais, e nas bordas voltadas para o continente há concavidades com algas, zoantídeos, corais e moluscos. Entre os corais predomina Siderastrea stellata, e também ocorrem o coral-de-fogo Millepora alcicornis e Porites astreoides. Há muitos peixinhos coloridos: comparados aos de Maracajaú, os peixes são menores, mas aparecem em maior número e mais perto. Na região, nos recifes da plataforma de Touros, algas calcárias e gastrópodes vermetídeos formam uma crista no lado voltado para o mar, seguida de uma zona dominada pelo coral-de-fogo Millepora alcicornis.
As informações desta página, inclusive dados técnicos como profundidade, corrente, visibilidade, acesso e nível recomendado, são informativas e podem variar. Confirme as condições reais com uma operadora local antes do mergulho.
Toque pra ver o que pode aparecer nesse mergulho
Reviews são de outros mergulhadores — experiências pessoais, não garantias.
Seja o primeiro a avaliar este ponto
Já mergulhou aqui? Registra teu mergulho e conta como foi.
Registrar Mergulho Aqui