Brasil
A ilha tem seis trilhas subaquáticas, e uma delas contorna a ilha com plaquinhas embaixo d'água indicando o caminho ao mergulhador. Nas trilhas se veem muitos corais e peixes pequenos, e no mergulho, de snorkel ou autônomo, é possível ver grande variedade de peixes, crustáceos, estrelas-do-mar, ouriços e algas. O verão, de dezembro a março, costuma ser a melhor época para mergulhar na ilha.
Antes chamada Ilha Bella das Garoupas, a ilha tem o nome oficial de João da Cunha Bittencurt, que a comprou em 1826 por 600 mil réis e montou nela uma armação baleeira clandestina. João da Cunha foi o segundo proprietário da ilha e um importante homem público de Porto Belo. Há registro de um sítio com as estruturas remanescentes dessa armação de baleia, construída em 1826. Em 1953, Ernesto Stodieck Jr. e a esposa compraram a ilha para lazer e preservação, e em 1994 os netos deram início ao empreendimento turístico atual.
A ilha guarda petroglifos da Pedra da Cruz, deixados por povos neolíticos há mais de quatro mil anos e visíveis na trilha ecológica. No centro da ilha fica o sítio arqueológico Porto Belo 3, cadastrado em 1966: um paredão de diabásio de 5 m² gravado com círculos concêntricos, linhas onduladas, quadriláteros e figuras de vegetais.
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