Maldivas
Gaafaru reúne muitos naufrágios porque o canal do lado norte do atol foi rota de navegação por muito tempo e afundou muitos navios. Entre os naufrágios do atol estão Aracan (1873), SS Seagull (1879), Clan Alpine (1879), Erlangen (1894), Crusader (1905) e Lady Christine (1974). Ao se limpar a placa do molinete do casco tido como Erlangen, leu-se 'Matthew Paul & Co, Dumbarton 1871', inscrição apontada como incompatível com o Erlangen, que seguiria não localizado.
O casco se partiu ao meio entre 30 e 35 m, e a popa está deitada sobre o boreste, com o hélice a cerca de 45 m e duas caldeiras a cerca de 35 m. No topo do recife ficam os restos da proa, cobertos de coral: âncoras, corrente, guincho de âncora, turcos e chapas do casco. Um trecho de cavernas do casco aflora entre 15 e 20 m e serve de bom fundo para fotografia. Muitos destroços ficam espalhados no topo do recife, entre 5 e 15 m, e a parte principal do navio está abaixo de 40 m.
Nos mergulhos nos naufrágios de Gaafaru, a visibilidade costuma ser melhor de janeiro a maio. Em Gaafaru, a estação seca costuma ir de novembro a abril, período em que o mar tende a ficar mais calmo e a visibilidade mais favorável ao snorkel e ao mergulho; de maio a outubro é a estação chuvosa.
As informações desta página, inclusive dados técnicos como profundidade, corrente, visibilidade, acesso e nível recomendado, são informativas e podem variar. Confirme as condições reais com uma operadora local antes do mergulho.
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