Brasil
Na década de 1980, a Marinha mandou dinamitar o casco semissubmerso do Ariadne Pandellis para instalar ali perto uma central de desmagnetização de navios, que existe até hoje. Por isso sobrou pouco no fundo: restam chapas soltas, parte da popa e cavernas sobre fundo de areia. Um vídeo de 2025 mostra esses destroços completamente cobertos de corais moles. O local do naufrágio é marcado por uma boia amarela, junto ao costão. Em julho de 2025, uma operação ambiental retirou o coral invasor Chromonephthea braziliensis das águas da costa de Itaparica.
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